Atelier aberto – o palácio às 4h da manhã com Eduardo Jorge

Na quinta-feira Eduardo Jorge nos escreveu: “Assustado, vi aos pés da minha cama uma enorme aranha marrom e peluda. O fio ao qual ela estava pendurada terminava na teia esticada logo acima do travesseiro. “Não, não!”, exclamei, “não poderei suportar a noite toda uma ameaça como esta em cima da minha cabeça, mate-a, mate-a”, e disse isso com toda a … Read More